terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Reflexões de Fim de Ano - Finalmente

E no post anterior, que foi há muito tempo, eu havia dito que meu ano de 2007 teve um saldo positivo. E que fique claro que ter saldo positivo não significa necessariamente que o ano foi de todo bom – coisas ruins acontecem inevitavelmente com todos – mas os fatos bons prevaleceram. Algumas coisas que eu almejava desde 2005/2006 eu consegui fazer acontecer em 2007.
Sempre quis terminar meu curso de telecomunicações no Cefet, mas em 2005/2006 desejava sabendo que não poderia ter. Era o tipo de curso que por mais que se tivesse tempo não se podiam adiantar matérias. Então eu tive que seguir pela estrada sem pegar nenhum atalho, mas teve lá suas compensações: continuei com a mesma turma até o fim e ao mesmo tempo conheci outra turma, me livrei do professor que me odiava (e mais algumas pessoas)... Acabei me formando neste ano, saí com as pessoas da minha turma original e foi tudo lindo...
Nesses dois anos que citei, joguei currículos em muitas empresas e em 2006, fiz muitas provas. Algumas já começavam dando errado, enquanto outras surtiam 50% do efeito. Desanimava, mas sempre levantava depois... até que consegui o que queria: trabalho. Fiquei muito feliz... na hora em que recebi a notícia não sabia se ria ou se chorava... estou muito satisfeita com o trabalho e com todos... e trabalho até hoje...
Também rolou a idéia, já que eu havia terminado o Cefet, de começar a faculdade que sempre quis fazer, mas que muita gente torceu o nariz: matemática. Não dei a mínima para os narizes tortos e resolvi fazer o vestibular. O fato é que não poderia ser uma faculdade presencial, afinal, eu já faço a de engenharia. A boa foi fazer um vestibular que me proporcionasse um ensino de graduação à distância e eu fiz. E passei. E gosto muito.
E nesse ano fiz mais amigos, não descobri nenhum inimigo novo, aprendi a dobrar algumas pessoas e só espero mais coisas boas para o ano que está chegando. Não se espante por eu não ter citado os fatos ruins do ano. Foram muitos, alguns já deixados no passado, enquanto outros cismam em acenar e fazer questão de que notem sua presença. Não vale a pena citar algo que se faz força para esquecer.
E até resoluções para 2008 já foram tomadas!!! Mas me fazendo das palavras de um amigo, nunca é bom contar alguns planos, pois eles podem não dar certo antes de serem colocados em prática, devido a famosa uruca. Quando eu conseguir realizar, eu conto...
Agora é só esperar que o outro ano chegue... e que me e te reserve coisas boas – na maioria das vezes. E que dessas coisas, parte sejam surpresas boas, de deixar o nosso queixo caído e olhos mareados d’água; e a outra parte sejam as suas vontades e planos sendo realizados. E que haja cabeça suficiente para entender quando algo der errado e souber que coisas ruins podem acontecer, mas não se deve desanimar. Que o saldo final seja positivo!!!

*Agora vou falar – provavelmente não rapidamente – da festa que deu um upgrade no meu astral: a festa de fim de ano da minha empresa. Tive inúmeras festas de fim de ano e acabei não indo, mas essa era a confraternização da empresa, com as pessoas que trabalho e muitas outras que eu posso vir a trabalhar. Não estava muito empolgada para ir, mas um grande amigo me convenceu, afinal, a festa de fim de ano seria também a despedida dele...
Me arrumei e fui... com certo frio na barriga na chegada. Não pelo medo do que eu poderia fazer na festa, mas por não ter um parceiro(a) de dança pré-estabelecido. Como a festa é exclusiva para funcionários, não pude levar minha BF, que dança pra caramba...
Cheguei achando que não encontraria ninguém e que logo iria embora. Ainda bem que eu estava muito enganada. De início fiquei mesmo perdida com a magnitude da festa e a quantidade de pessoas que estavam no lugar. E por falar em lugar, a decoração estava linda, moderna, contrastando com o lugar de formas rústicas.
Tinha de tudo: desde as mais comuns as mais variadas comidas (doces e salgadas) e bebidas, além das mais diferentes pessoas. Digo isso, pois todos da empresa foram convidados, desde o faxineiro ao presidente. Acabei não comendo nada, mas bebi muita água e refrigerante.
E andando pela festa, encontrei um pessoal que – graças a Deus – eu conhecia. E fiquei com eles. Começamos a dançar e eu, bastante timidamente. Mais tarde, alguns com certas doses de álcool no corpo, começaram a “se jogar” na pista e eu me empolguei mais. De repente a música eletrônica parou e simplesmente o Monobloco sobe ao palco. Dentre os “n” pensamentos rodando na minha cabeça, o principal foi: quando é que eu estaria tão perto do Monobloco?
E o show foi phoda. E dancei sem parar. Acabei conhecendo muitas pessoas, o que depois vim a pensar que seria ruim, pois conheci e ao mesmo tempo não conheci, afinal, elas estavam tão chapadas, que a probabilidade de se lembrarem das pessoas que conheceram é quase nula. Mas eu disse QUASE. Mas isso não afetou minha noite... noite essa que eu acreditava que seria curta e acabou sendo longa.
Dancei muito, como há muito não fazia, e cantei demais... Minha sandália arrebentou, minha garganta reclamou de dor, mas eu estava imune a tudo. Acho que quando minha sandália arrebentou, fiquei melhor... e mesmo com o chão cheio de copos quebrados, dancei num ritmo mais frenético. Tentei até pegar um chinelo com o percursionista do Monobloco, mas ele não era o manda-chuva do camarim.
Me diverti muito e descobri lados muito alegres, de pessoas que nem imaginava. Só fomos embora quando a música foi desligada e os banheiros fechados – para mais ninguém entrar. Mas não foi fácil mandar as pessoas embora simplesmente desligando o som, mas ao menos elas se ligaram que já era hora de se encaminhar para a porta de saída. E a saída foi caótica, afinal, todos estavam querendo sair ao mesmo tempo. Com isso, achei que não pegaria um táxi na porta, mas consegui. Acabei rachando o táxi com uma menina, já que o André – grande friend – resolveu esticar a noite e eu estava sem condições.
Bom... essa foi a festa. Pelo post, estão espalhadas algumas fotos do evento. Me diverti muito – e já disse isso – e ao sair do banho, trocar de roupa e pousar a cabeça sobre meu travesseiro, vi que estava satisfeita e que eu precisava daquilo...*

**No post – gigantesco – tem um monte de fotos espalhadas... infelizmente aqui não existe legenda, mas vou enunciando cada um, a partir do topo.
1 - Minhas amigas do Cefet... claro que não estão todas nas fotos, mas essas, em especial, me ajudaram demais no curso... sou louca por elas...
2 - meu ex-professor mala do Cefet, que citei no texto.
3 - Eu e Evelyn, na Parmê, comemorando nossa sonhada formatura no Cefet...
4 - Eu e Pat, grande amiga, num evento do ano passado... temos poucas fotos, mas existem planos de que tal coisa mude...
5 - Decoração do teto na festa de fim de ano da empresa em que eu trabalho.
6 - Explosão de papel prateado picado, numa das músicas dançantes tocadas pelo Monobloco.
7 - Monobloco de longe.
8 - O passe da festa - todos tinham de ter a pulseirinha... ela foi o passaporte para a alegria...
9 - Foto do alto da galera da festa... isso ainda no início da noite...

Espero que não se esgotem... hahahahahaha.
Tem mais fotos depois!!!

Beijos a todos...

sábado, 8 de dezembro de 2007

Reflexões de Fim de Ano

Estava no trabalho fazendo um pouco de nada, doida para que algo acontecesse: ou que a hora passasse para que eu fosse para casa e consecutivamente para minha cama; ou que surgisse algo para eu fazer. Mas nessa ânsia de querer algo para fazer, me dei conta de que, apesar de ter se ausentado, meu chefe me deixou uma tarefa. Demasiadamente extensa, mas com um assunto interessante. Comecei a fazê-la e tudo o mais, mas são tantas as coisas para ler, que visualizar tudo no monitor se torna um horror. A vista cansa, o sono chega e eu deixei a tarefa encaminhada. A parte boa da tarefa é que posso realizá-la no conforto e aconchego do meu lar. Mas é a única vantagem.
Quando parei com o trabalho, resolvi escrever algo sobre esse ano, que praticamente é dado como finito. Lembro-me de, na semana passada, ter comentado com um amigo que, ao escrever a data no papel, me dei conta deste fato e de outro: que dezembro é uma espécie de fevereiro. Digo espécie, porque apesar das inúmeras festividades que surgem, o povo continua trabalhando. Não com o mesmo entusiasmo, afinal, é Natal, o mês é de festa (s).

Aproveitei, nesse tempo que dediquei ao ócio, para cumprir uma tradição: o lendário balanço anual. Aquele post onde colocamos todas as coisas boas e ruins, contamos os atos de esperteza e as burrices homéricas, comemorações e decepções... e no fim, damos a palavra final. Tenho uma teoria de que ou se fala que o ano foi uma completa merda – mesmo que se esteja exagerando – ou se fala que o ano foi uma completa maravilha – exagerando-se um pouco também -, mas nunca se diz que os pesos são iguais. Se alguém me disser que foi tudo igual, vou ser capaz de dizer que não aconteceu nada no ano dessa pessoa, afinal, foi assim que a matemática ensinou (se a quantidade é igual em módulo, mas possuem sinais contrários, quando somadas, se anulam!!!).

Ao fim dessa introdução a um longo post que virá, acabei não contando nada do meu ano, mas já posso adiantar que ele teve um saldo positivo, com certeza. Acredito que foi um ano bom, acima do que eu esperava, mas jamais citarei maravilhoso.

Detalhes??? Um clique à frente, por favor...

* Quanto à foto... só para simbolizar o tempo, afinal, é dele que estamos falando...

Beijos