quarta-feira, 23 de julho de 2008

Viva!!!


Vim para comemorar. Nesses tempos de msn, de orkut, onde as pessoas não param muito para ler algo, comemoro. Comemoro os simples 700 acessos ao meu blog... Viva!!! Ainda existem pessoas que gostam de ler... e mais: que opiniam sobre a leitura...

Beijos aos que sempre comparecem e mais beijos aos que estão por vir. A todos: Bem vindos!!!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Dois... Quem Sabe Três

Não ia retornar ao assunto das minhas novas amizades tão cedo. Estou com tantas coisas para colocar aqui, que até sinto vergonha a cada texto que coloco e pulo outros fatos... mas eu, que disse que a curiosidade estaria gritando e me referi à curiosidade dos outros, fui pega de surpresa pela minha, que não agüentou e me forçou a escrever.
Meus amigos já foram apresentados. Amizades, simplesmente... mas o Elton foi uma amizade diferente, algo avassalador. Como disse, numa noite tipicamente de night (sexta-feira) estava em casa, conversando com um amigo que não saiu à noite por estar com a perna quebrada. Ele queria me contar fatos dele, já que eu assumi o posto de sua psicóloga virtual oficial – coisa que A.M.O – mas estava fazendo algo e me pediu um tempinho. O tempo foi longo, estava online só para falar com ele, então resolvi entrar numa sala de bate-papo.
Sou super chata com a galera em salas de bate-papo. Seleciono via nick e se o papo começar no estilo “E aí, gata? Tem cam?”, corto logo. Adoro um papo com temperatura elevada, desde que se siga a escala sem pular graduações, isto é, não se pode dar o start estando na ebulição. Olhei um nickname super simples. Um nome! Nada de “homem.com.tesão” ou “sozinho na cam”. Era um nome, assim como o meu.
As apresentações começaram e fugimos do padrão “Como você é (para que eu possa começar a falar com você)?”. Falamos sobre muitas coisas, e no meio para o fim da conversa surgiu alguma coisa diferente. Não sei explicar o que, só sei que surgiu e, ao menos eu, não conseguia desconectar. Por alguma razão, ele também não pensava nisso, e resolvemos saber onde nos encontrávamos. Ele estava em Fortaleza. De cara, pensei que minha vida não estava no Rio, e me bateu uma vontade absurda de sair daqui; mas qual foi minha surpresa ao descobrir que ele morava no mesmo bairro que eu? Meu rosto se iluminou e ele se mostrou mais eufórico do que eu com a descoberta. Já nesse nível de conversa, nenhum dos dois queria ficar off. Trocamos e-mail, telefone, MSN. Conferimos tudo umas 5 vezes (sem exagero), tudo para que o contato não se perdesse. Lembro de ter anotado tudo num papelzinho minúsculo, com uma letra horrível, tudo despropositado e depois de tudo, diante da possibilidade de encontrá-lo de verdade e dali sair uma amizade super bacana, ter passado a limpo para um papel bem melhor e com letra visível.
No melhor clima “desliga você... ah não... desliga você...” fiquei offline e fui dormir. Tive um sono super tranqüilo, acordei com uma energia super boa e vi a hora voar. Ele me ligaria por volta de 12h, mas... eu não estava preocupada!!! E ele não ligou. Em outras épocas, ficaria cobrando ou enchendo os ouvidos de alguém com minhas lamúrias. Em outras épocas. Atualmente, fico tranqüila e desencano; sei que se for para acontecer, vai acontecer. E foi tudo assim. O dia passou, virou noite e um dia diferente surgiu. Dia normal, coisas normais... fui comprar pão e qual foi minha surpresa ao ver que meu telefone vibrara ao recebimento de uma mensagem dele. Fiquei super feliz de ele ter lembrado e aquela mensagem seria o suficiente pra mim. Mas não para ele. Ao longo do domingo e da segunda-feira, recebi 98 mensagens. Cada uma mais legal que a outra, mostrando que distância não significava nada. Ao longo da semana, recebi mais mensagens e nos falamos por telefone.
Hoje, a tranqüilidade de ontem não existe mais. Estou super ansiosa para concretizar essa amizade fulminante que me tomou de assalto. É um sentimento super legal, de entrega, de confiança remota que não se agüenta em sua individualidade. Ele – o sentimento – quer ser compartilhado. Espero por ele. Tranqüilamente

*mentirinha!!!!*

Mas meu coração é grande. Incansável quando os batimentos acelerados se referem a uma nova pessoa. Foi assim com o Elton e está sendo assim com os dois novos amores da minha vida. Não foi nada avisado, meu corpo não recebeu nenhum aviso, as regras foram ignoradas, e se tudo saiu do padrão... nada de nomes.
Os dois são uns fofos – isso é fato – mas existem diferenças entre eles. De um eu sou super próxima... confesso que ele não é nenhum deus grego e não tem vocação para tal cargo, mas para mim isso é a última coisa que importa. Me cativou pelo seu jeito simples, sua inteligência sobre tudo e seu jeito carinhoso de me tratar. Posso estar viajando – e adoro viajar – mas acho que o imã dele me atraiu pelo fato de ele ser muito parecido com o Ângelo – um carinha sedutor-metido-a-latino super... digamos... bom – e diria eu que um seria o outro se não fosse a altura e um detalhe super importante: o “clone” do Ângelo é só... solteiro!!! E reforço: é um fofo (sem nome) que está me cativando muito... mas já tive uma “decepçãozinha” e meus batimentos desaceleraram, mas nada que me fizesse desgostá-lo.
O outro... um fofo (também), mas nossa relação é mais distante... não tenho nem muito o que dizer e não, não tenho pretensões para com ele... ele é um amor de pessoa... e o que há de mal num amor do tipo onde não quero relações típicas de amor? Enfim... por isso a dúvida do 3º amor.
Amo muito. Isso é fato. Às vezes, de forma incondicional e por isso, às vezes, me arraso de forma fenomenal. Não me abalo. Meu coração é grande demais para sofrer com um arranhão. Descobri que o grande negócio da vida é viver. Incondicionalmente. E se amar está no pacote da vida, deixe, se muito, apenas migalhas...

Beijos...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Vida Nova, Vida Cheia

Voltei. Cheia de novidades. Trabalho novo, amigos novos, uma vida parcialmente nova. As maiores novidades são o trabalho e as pessoas que surgiram na minha vida. O título do meu texto se refere a tudo. O trabalho é maravilhoso, com pessoas maravilhosas que sempre me ajudam e querem, de fato, meu crescimento pessoal e profissional. Estão sempre se preocupando com o que posso aprender para agregar valores a tudo.
E as pessoas... depois que caí nessa vida de solteira (divertidíssima, por sinal), passei a buscar novas amizades, já que quando você está amarrada a uma pessoa, você acaba, involuntariamente, presa às amizades de sempre. As pessoas ao redor não olham com bons olhos os novos amigos adquiridos enquanto se está namorando, tudo acaba sendo motivo de briga e de ciúmes. Não posso me excluir do grupo de pessoas que encrencam com novas amizades, mas enfim, para não causar mal estar e o mar de rosas continuar fluindo, nunca busquei amizades muito radicais. Mas hoje tudo mudou. Saio para bares com amigos e amigos de amigos e me divirto muito. Volto para casa com a bolsa cheia de novos telefones e MSN’s de pessoas que me pareceram maravilhosas. Além disso, navego muuuito na internet e por isso, conheci muitas pessoas. Três em especial.
Uma delas foi o Nilo, de Goiás. Uma graça de pessoa, que me faz rir quando estou doente e conseqüentemente faz as dores no meu corpo atingirem níveis insustentáveis. Nos conhecemos num bate-papo e foi bem engraçado. Acabamos virando amigos de graça, assim, sem combinar, simplesmente gostando um do papo do outro. A distância não nos impediu em nada, mas claro que estamos com uma espécie de saudade para nos encontrarmos de verdade e jogar muito papo fora. Chegamos a conclusão de que, por mais que nos falemos via MSN, temos muitos assuntos a tratar. Já estamos planejando uma viagem. Ainda não sabemos quem vai se deslocar, mas uma coisa é certa: nos encontraremos. Não hoje, não amanhã, mas um dia. Certamente.
Outro que se mostrou ser uma graça de pessoa, foi o Fábio. Trabalhador como ele só, nos damos bem por termos interesses em comum e rimos de absolutamente tudo. Temos como filosofia, a idéia de que ser feliz é a meta, é o certo, é o melhor. Sabemos que a tristeza existe, mas o mais esperto e aquele que sabe viver, sabe driblar esse sentimento e tirar dele, suas melhores lições. Quando conversamos sobre nossas idéias e filosofias, não dei nada por ele e hoje, somos inseparáveis (via mouse). Nunca nos encontramos, apesar de morarmos perto. Claro que temos vontade, mas o tempo nos falta. Mas não nos entristecemos por isso, já que é tudo uma questão de tempo. Quando tiver que ser, no veremos. O mais importante já fizemos: nos demos muito bem.
O terceiro, e não menos importante, foi o Elton. Ele apareceu numa noite em que eu não já dava como perdida. Era uma noite de sexta-feira, onde pensei que seria eu a única pessoa online naquela noite. E tudo começa aqui...


*curiosidade gritando... hahahahaha

Beijos