terça-feira, 16 de julho de 2013

Energia que Contagia

Após o casamento de Priscila e Yuri, é impossível não desejar se casar. No meu caso, brotou no momento em que fui convidada pra ser madrinha. Foi uma honra ser convidada pra uma posição dessas... a responsabilidade era muito grande, fiquei muito feliz mesmo. No dia "D", foi tudo muito emocionante, acho que fiquei mais nervosa que a noiva e chorei baldes, como não poderia deixar de ser. As músicas foram perfeitas, as pessoas estavam lindas - salvo uma pessoa de jeans que matou a parada toda - tudo estava impecável. Desde a organização da igreja já se podia imaginar que a festa não ficaria atrás. E não ficou. A festa foi linda, tinha tudo (até bolo RYCO com recheio de champagne), todos transbordando em felicidade e o assunto das  mesas com meninas solteiras não poderia ser outro: quem pegaria o bouquet, pra ser a próxima a se casar, e quanto custava se casar, quanto custava o sonho de tudo perfeito e da cara de felicidade dos noivos.

Olha a felicidade (e o LUXO) de geral no casório.


Uma coisa é certa: após ver tudo o que a festa da Pri tinha a nos oferecer, casar não é barato (e olha que ela fez um um mini wedding e DE DIA). E sabe que eu me contagiei com essa coisa de casamento??? E sempre lembro da Fernanda também (uma grata surpresa na minha vida), que está prestes a se casar (assim que o noivo parar de enrolar com a data) e sempre me fala que os orçamentos estão pela hora da morte, super caros, tem mesmo que juntar dinheiro e enxugar a lista de convidados. Comecei a buscar casas de festa e possíveis orçamentos e fiquei surpresa ao descobrir que não entendo absolutamente nada de casamentos e menos ainda de um bando de terminologias próprias que são utilizadas na preparação do casório. Não sei neca de pitibiriba sobre moda de casamento, não faço idéia de locais para o evento e pra mim, não existe nenhum nome conhecido no que se refere a estilista de vestidos (que pensando melhor, acho que nem quero saber, afinal, não pretendo usar um vestido de noiva, muito menos tradicional). Fiquei perdida, bateu até um desânimo, quando comentei o caso com algumas amigas - Bebel e Mari do http://toogirly.com.br/, que me indicaram o blog http://descobertasdeumanoiva.blogspot.com.br/ . Uma grata descoberta (MESMO) já que ela disponibiliza toda a saga dela para se casar desde o momento definitivo da decisão de se casar até o dia escolhido e tudo organizado e contratado. Leitura obrigatória desde já! (mesmo que minha intenção não seja casar de verdade, o interesse grande é no local da festa, os comes e bebes, a decoração)

Comecei a ler o blog, do post mais atual para o mais antigo e achei a parte que eu mais queria e conversei com a Fernanda: os orçamentos! Fiquei tonta com a disponibilidade de coisas pra agradar aos noivos/convidados e a diferença de preços! Algumas coisas me irritaram, tipo: ser obrigada a contratar um ou outro determinado buffet. Enfim, são coisas a estudar, tenho muita coisa pra ler, coisas a decidir que eu quero ou não na festa. Não queria nada absurdo não, afinal, não quero um casameeeeeeento. Quero mesmo uma festa bacana, vou usar um vestido de cor clara e quero tudo arrumadinho. Todos vão saber que ali estará sendo celebrado uma união, mas nada muito formal.

Mas é aquilo: está decidido juntar uma graninha, mesmo que leve, todo mês. Sem compromisso, sem exageros. (Mas como assim sem compromisso?????) Vou juntar o dinheiro, mas quem disse que o boy sabe que eu tenho essa pretensão toda??? Hahahahahahahahaha - tenho de me preparar pra quando ele decidir! Tenho de estar pronta!