domingo, 25 de janeiro de 2015

Volta (dolorida) ao Pole

Gente... janeiro está sendo um mês particularmente difícil de se adaptar... rotina diferente, muito trabalho, horários escrotos... tão difícil, que não consegui parar o refrigerante como eu planejei.
Dezembro seria o ideal... mas as festas de fim de ano foram mais fortes que eu. Em diversas ocasiões, não tinha nem água pra beber, só o tal do refrigerante. O calor está particularmente insuportável aqui no RJ, então, morrer de sede está fora de cogitação e não tive outra alternativa a não ser beber o tal. E basta dar um gole... caracas! Parece uma droga, e das poderosas!

Mas então... já voltei ao pole dance e quase morri na primeira aula, já que fazia muito tempo que não mexia meu corpo de forma tão intensa. Passei mal na primeira aula, algo como uma queda brusca de pressão... que mais tarde fiquei sabendo ser o primeiro golpe da minha bactéria no estômago - o que me afastou de qualquer atividade física por 10 dias.

Voltei feliz ao pole... com incentivo do marido e com muita vontade de continuar. Ainda estou querendo adicionar as aulas de flex (tenho zero de flexibilidade, não consigo tocar meus pés, minha borboleta é patética... sou tão flexível como um boneco de madeira), mas estou vendo como encaixar isso na minha rotina, da melhor maneira possível. Quero ficar fera mesmo no pole e mais ainda no flex. Sei que vai levar tempo, tenho que perder os medos e a inibição - sim, eu tenho vergonha e tal - tenho que aprender a me jogar de verdade, sem aquele mimimi de achar que vai cair ou se quebrar toda. Não tenho receio de ficar roxa ou cheia de bolhas... foda mesmo é a frustração de no fim de um movimento, ele ficar horrendo ou eu mesma ficar horrenda. E cara... eu fico horrenda. Acho, definitivamente, que meu peso atrapalha em alguns movimentos que tinham potencial para ficarem lindos, mesmo comigo fazendo.

Mas voltei ao pole... os desejos de 2015 estão se realizando...

Restartei meu projeto de corte total de refrigerante. Ok, parei há 03 dias e parece pouco, mas pra mim, é uma vitória. Bebia fácil umas 02 ou 03 latinhas por dia e agora, passei de 03 por dia, pra nenhuma! Fui a restaurantes e resisti a tentação de pedir qualquer refrigerante e pedi matte! Só eu sei o quanto isso é difícil, afinal, sou mesmo viciada!
Ia fazer o processo que eu chamo de "Processo de Refri-Detox", que consiste em trocar o refrigerante mais radical de todos por um outro menos pior e já reduzir a frequência. Depois, substitui esse refrigerante por algo gaseificado com sabor e reduz mais a frequência... depois, para tudo! Resolvi pular etapas e parar de vez, no melhor estilo "ou vai ou racha"! Três dias... hoje SERÁ o quarto dia... Um degrau por vez!!!

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